Fazer backup Microsoft 365 não é opcional — é a diferença entre recuperar um arquivo em minutos ou perdê-lo para sempre. Um funcionário exclui uma pasta inteira do SharePoint sem querer. Um ex-colaborador, antes de sair, apaga e-mails e limpa a lixeira. Um ransomware criptografa arquivos locais e o OneDrive sincroniza a criptografia direto para a nuvem. Em qualquer um desses casos, a pergunta que toda empresa faz é a mesma: “a Microsoft não cuida disso?”

Não cuida. E o Google também não.

O modelo de responsabilidade compartilhada, sem rodeios

O Contrato de Serviços da Microsoft é direto na Seção 6b: a empresa recomenda que você faça backup regular do seu conteúdo, porque ela garante que a infraestrutura funcione — não que seus dados estejam protegidos contra exclusão, corrupção ou sequestro.

O Google segue a mesma lógica no Google Workspace. Nos dois casos, o que existe nativamente é replicação geográfica e uma lixeira com prazo curto (entre 30 e 93 dias, dependendo do serviço). Replicação não é backup: se um arquivo é apagado ou corrompido, a exclusão é replicada junto — em todas as cópias, ao mesmo tempo. E passado o prazo da lixeira, a recuperação simplesmente não existe mais.

Pesquisas do setor mostram que a maioria das organizações que usam Microsoft 365 já sofreu algum tipo de perda de dados — de erro humano a ataque de ransomware. O padrão se repete: a empresa só descobre que precisava de backup Microsoft 365 depois que os dados já eram.

Onde a maioria das soluções do mercado para

Se você já pesquisou sobre o assunto, provavelmente encontrou dezenas de blogs de fornecedores de backup repetindo a mesma explicação sobre responsabilidade compartilhada — e, no fim, empurrando uma única ferramenta como solução universal. O problema é que backup de Microsoft 365 e Google Workspace não é uma decisão de “qual produto”, é uma decisão de “qual arquitetura de proteção faz sentido para o seu ambiente”.

Uma empresa de 15 pessoas com um ambiente 100% Microsoft 365 tem necessidades diferentes de uma empresa de 300 pessoas com ambiente híbrido, exigências de compliance setorial e um MSP gerenciando tudo remotamente. Tratar os dois casos com a mesma ferramenta é o motivo pelo qual tanta gente termina pagando por recursos que não usa — ou, pior, descobre uma lacuna de proteção só na hora da recuperação.

Backup Microsoft 365 na VexaNetworks: duas arquiteturas, não uma

Na VexaNetworks, trabalhamos com duas plataformas de backup para Microsoft 365 e Google Workspace — Keepit e N-able Cove Data Protection — porque elas resolvem problemas diferentes, e escolher a certa importa tanto quanto ter backup.

Keepit: a nuvem independente

Para backup Microsoft 365 com o máximo de resiliência, o Keepit não roda em cima da AWS, da Azure ou de qualquer nuvem pública. Ele opera em infraestrutura própria, com dados replicados de forma imutável em pelo menos dois data centers independentes entre si. Na prática, isso significa que, se o mesmo fornecedor por trás do seu Microsoft 365 (a própria Microsoft, no caso do Azure) tiver um incidente amplo de segurança ou disponibilidade, seu backup não está exposto ao mesmo risco — porque não está na mesma cadeia de infraestrutura.

Para empresas com exigências de compliance mais rígidas, retenção de longo prazo (anos, não meses) e que querem eliminar qualquer dependência do ecossistema do próprio fornecedor que estão protegendo, o Keepit é a escolha.

N-able Cove: integração e agilidade para operação MSP

O Cove Data Protection foi desenhado para operação enxuta: backup automático de Exchange, OneDrive, SharePoint e Teams com até seis execuções por dia, restauração granular (um e-mail, um anexo, um evento de calendário) sem precisar recuperar a caixa inteira, e gestão centralizada num único painel — o que se encaixa diretamente na forma como a VexaNetworks já opera o monitoramento 24/7 dos seus clientes.

Para empresas que precisam de recuperação rápida no dia a dia, retenção configurável de até 7 anos no OneDrive e um custo-benefício mais ajustado à operação, o Cove é a escolha.

O diferencial real não é a ferramenta — é quem responde quando o alarme toca

Isso nos leva ao ponto que a maioria dos concorrentes não menciona: ter backup de M365/Google Workspace isolado de uma estratégia de segurança mais ampla resolve só metade do problema.

A VexaNetworks não vende backup como produto avulso. Backup é uma camada dentro de uma operação de cibersegurança que já inclui gerenciamento de firewall, SOC, SIEM, análise de vulnerabilidade e endpoint security, com 20 anos de mercado no Rio de Janeiro. Na prática:

  • Quando um ransomware é detectado pelo SOC, a mesma equipe que identifica o ataque já sabe qual backup restaurar e em quanto tempo.
  • Não existe o cenário clássico de “o fornecedor de backup diz que o problema é de segurança, e o de segurança diz que é do backup” — é um único time, um único ponto de contato.
  • A escolha entre Keepit e N-able é feita com base no seu ambiente real, levantado durante a análise de vulnerabilidade — não vendida de forma genérica.

Backup Microsoft 365: checklist rápido para avaliar sua proteção hoje

  1. Você sabe quantos dias sua lixeira do Microsoft 365 ou Google Workspace realmente retém itens excluídos?
  2. Se um funcionário for desligado hoje e a licença cancelada, o que acontece com a caixa de e-mail dele em 30 dias?
  3. Seu backup atual (se existir) está na mesma infraestrutura de nuvem do serviço que ele protege?
  4. Quem, na prática, restaura os dados se um ransomware atingir o SharePoint às 3h da manhã de uma sexta-feira?

Se alguma dessas respostas te deixou incerto, vale uma conversa. A gente analisa seu ambiente de backup e disaster recovery, mostra a lacuna real de proteção e recomenda entre Keepit e N-able Cove com base no que faz sentido pro seu negócio — não em qual ferramenta é mais fácil de vender.

Fale com um especialista da VexaNetworks e descubra qual arquitetura de backup Microsoft 365 protege seus dados de verdade.

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